Dilma Rousseff cai mais um ponto percentual segundo Datafolha, ela tem 47% contra 41% de Serra - Vargas Llosa: "eu pensava que um escritor liberal não tivesse direito de ganhar o Nobel" - Clássico do gênero western, Butch Cassidy and Sundance Kid poderá ter continuação - O canal de TV ABC, dos EUA, estuda a produção de um novo seriado do Hulk - Futebol espanhol de luto com a morte de Juan Carlos Arteche, um mito do Atlético de Madrid - Chega às telas o filme arrasa-quarteirão "A Rede Social", a história da criação do Facebook - Magistrados querem que suas associações os defendam das injúrias na mídia - Há anos na pele de governador da Califórnia, Arnold Schwarzenegger quer voltar ao cinema - Presidente do Chile Sebastián Piñera também é empresário do setor de mineração - Brasil pode fechar 2010 com uma dívida externa de meio trilhão de reais -  

O rei em Natal



Praticamente confirmado o show de Roberto Carlos na abertura oficial do Teatro Midway, em dezembro no shopping Midway Mall, em Natal.
E enquanto a cidade presépio espera o Rei, a nova casa de espetáculo já inicia algumas apresentações artísticas com talentos locais a partir do final de outubro.
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As caras de Dilma



José Serra errou longe quando chamou Dilma Rousseff
de "duas caras". Na verdade, o tucano se referia apenas
ao fato da candidata petralha mudar de opinião conforme
a conveniência da hora.

Serra também poderia estar lembrando o histórico de Dilma
desde os tempos em que  se chamava Vanda, ou Stela, ou
Luiza, ou Patrícia, ou Dulce Maria, quando militava em células
terroristas que promoviam sequestros e assaltos a bancos
no Brasil.

Dilma respondeu chamando Serra de "mil caras". As imagens
acima são apenas algumas que o blag colheu numa rápida
vasculhada no Google. Não é difícil perceber com quantas
faces Dilma leva sua vida de candidata ungida pelo amigo
que todos chamam de "o cara". Contem.

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Vida, acima de tudo


Rescate de los mineros de Chile
P
arece que o Cosmo conspira em favor da vida e os ventos da sensatez sopram em direção ao continente que mais sofre a ameaça da perda dos grandes valores humanos construídos com dor e sangue na luta da civilização contra a barbárie.

Na mesma semana em que um partido de trabalhadores no maior país desse dito continente tentava escamotear a triste verdade de uma proposta contra a vida, eis que o mundo se une para impedir a morte de 33 operários enterrados vivos numa mina.

Na mesma semana em que a candidata do maldito partido do dito país do supracitado continente disfarçava seu apoio à prática do aborto, algumas mulheres humildes de Jaboticabal disputavam o direito e desejo de dar um lar a uma criança abandonada.

A operação de resgate dos mineiros na mina San José, no norte do Chile, e a ação das trabalhadoras do interior paulista para salvar um bebê recém-nascido encontrado numa caixa de papelão, são atos que redimem a humanidade por seus deslizes no planeta.

Não há distância de intenção e gesto nos dois casos. Mesmo que um tenha sobre si, além das toneladas de terra angustiando gente do mundo todo, a lente de aumento da mídia, tem o mesmo tamanho quando se mede ambos com a régua do humanismo.

Num mundo com claros sinais de decomposição orgânica e social, momentos como estes de solidariedade universal, no caso dos chilenos, e de instinto maternal, na história das mulheres paulistas, são resíduos de uma esperança que teima em renascer sempre.

Uma pequena caixa de papelão e uma cova coletiva de enormes proporções a 600 metros da superfície. As diferenças abissais no plano físico se equivalem na capacidade letal de ambos os espaços diante da frágil vida humana. 34 seres indefesos.

A sombra da morte que comprimia a pequenina criança na caixa era a mesma que sufocava a sobrevida dos homens na galeria soterrada. O que salvou ambos foi uma mesma força, a energia que mantém acesa a chama de humanidade em todos nós.

Me disseram que as coisas não são assim, que tem fila de espera, mas eu vou fazer de tudo para ficar com ele”. Aspas da auxiliar administrativa Talita Caraschi, uma das mulheres que querem adotar o bebê abandonado na periferia de Jaboticabal.

Há algo neste dia e nesta noite que nos convertem em únicos. Mais uma vez o relógio parece parar, tudo se paralisa. Não é uma notícia, é um milagre, uma odisséia”. Aspas do jornalista argentino Carlos Reymundo Roberts, emocionado na mina San José.

A reação das duas personagens nos dois distintos episódios é a porção solidária que arrebata homens e mulheres nas horas em que mais a angústia predomina, em que a fé de uma raça na perpetuação da vida exibe seu lado mais ecumênico e étnico-plural.

A última vez que pessoas de todos os continentes demonstraram expectativa diante da TV foi no aguardo da invasão de Bagdá por tropas americanas. Mas era uma espera marcada pela comprovação de um ato beligerante entre dois povos, uma guerra.

Desta vez, não. O mundo todo coube num pequeno acampamento chamado Esperanza, no meio de um deserto. A dura vida invertida na espera, onde cada mineiro resgatado era o mais precioso achado no ventre da mina, a vida voltando do pó do chão.

Foi uma faxineira, de nome Maria Aparecida, quem achou o bebê numa casa fechada com placa de venda. Seu instinto de zelo, por força da profissão, a fez mexer na caixa abandonada. Ainda bem que o destino quis que fosse ela, e não um animal faminto.

Na máquina que não emperra / o homem reinventa a vida / no útero da Terra”, foi o meu hai-kai logo cedo na rede social do Twitter. E na manufatura do celulóide, das caixas feitas para presente, alguém inventa de desprezar a vida, num triste papel.

Meia noite no Chile, amanhecer na Europa, meio-dia na Rússia, início da tarde no Japão. E quando a madrugada avançou sobre o Brasil, ficou claro para cada um dos povos que lutar pela integridade de todos ainda é a mais bela missão da raça humana.

Em baixo do solo, as contrações da esperança; acima dele e de tudo, a vida. best online payday loan lenders


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Brasileirismo na TV



P
ara quem não quer assistir futebol, nem resgate de mineiros
logo mais à noite, pode optar pela programação tripla com
produção verde amarela do Canal Brasil.

Às 22h tem o filme “Eu Te Amo”, de Arnaldo Jabor (1981),
às 23h43 o doc “Dossiê Rê Bordosa” e à 0h “A História Sexual
da MPB”. Três programas para não deixar Morfeu atacar
muito cedo.

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Em boa companhia



O candidato José Serra tem aparecido bastante ao lado de
Mônica Serra. Já a sua adversária tem evitado aparecer perto
dos seus mais íntimos parentes ideológicos, como Erenice e
José Dirceu.
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Hai-kai pra humanidade



Na máquina que não emperra / o homem reiventa a vida / no útero da Terra best online payday loan lenders


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Forró de verdade é assim


As princesas do Clã Brasil com a rainha do forró Marinês:
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Veja o video:

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Serra Presidente do Brasil


Cante o jingle "Bate Coração" e vote Serra 45.

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Veja o video:

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Editorial da Folha de S. Paulo


A fé no boato

E
mbora tenham dominado as especulações acerca das causas da fuga de votos da candidata Dilma Rousseff no primeiro turno eleitoral, questões relacionadas à religião exerceram pouca influência no resultado.

Revelações sobre irregularidades cometidas pela ex-ministra da Casa Civil, Erenice Guerra, e notícias relativas à quebra dos sigilos fiscais de tucanos e parentes do ex-governador José Serra pesaram quase três vezes mais na decisão do eleitor -e seus efeitos colaterais atingiram o próprio candidato do PSDB.

Na reta final, de acordo com pesquisa Datafolha publicada ontem, cerca de 6% do eleitorado decidiu mudar o voto. A candidata do PT perdeu quatro pontos percentuais; Serra, dois.

Segundo o levantamento, 75% das perdas de Dilma foram provocadas pelos escândalos, o mesmo motivo apontado pela parcela que desistiu de votar no postulante do PSDB - talvez apreensiva quanto à correção fiscal dos citados e ao papel da militância tucana nos bastidores desses episódios.

Diante dos dados da pesquisa, a estratégia situacionista de apresentar Dilma Rousseff como vítima de calúnias e preconceitos religiosos -como se viu no debate de domingo à noite, na Rede Bandeirantes- pode resultar de uma análise precipitada.

Mesmo assim, a insistência em abordar esses assuntos, por mais espinhosos que de fato sejam para o petismo, não deixou de ter um aspecto de conveniência.

Ao imputar aos adversários a divulgação de boatos e a promoção de uma espécie de cruzada ultraconservadora com o intuito de desmoralizá-la, Dilma deixou em segundo plano o que mais importava - as explicações sobre os desvios na Casa Civil e os critérios que nortearam a escolha de Erenice Guerra para ser sua principal assessora e, posteriormente, ministra.

Ao mesmo tempo, é legítimo que praticantes das diversas religiões desejem saber sobre as convicções pessoais dos candidatos e que sacerdotes procurem orientar os fiéis. O Estado é laico e assegura a liberdade de fé. Dentro desses parâmetros, a participação dos religiosos no debate eleitoral é parte da democracia.

Embora seja evidente o crescimento das igrejas evangélicas no país, parte delas demasiado inclinadas ao reino de César, nada sugere que uma agenda religiosa comece a substituir os temas que tradicionalmente disputam a atenção do eleitorado, ligados ao bem-estar econômico e social.

Os resultados apresentados pelo Datafolha reiteram, ainda, a função da imprensa na configuração do espaço público e do debate democrático. A internet constitui inestimável avanço técnico a serviço de todos os campos da atividade humana.

Por mais notável, porém, que seja sua contribuição na área das comunicações, é o jornalismo profissional e independente que, seja na forma impressa, seja na eletrônica, vem iluminando a disputa eleitoral. (FSP, 12/10)
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Augusto Nunes, na Veja


A oposição tem Itamar e FHC.
Sarney e Collor assombram
o palanque de Dilma


N
o debate transmitido pela Band, José Serra brandiu por poucos segundos a arma que, acionada com firmeza e pontaria, liquidará de vez a aventura de Dilma Rousseff: o confronto entre os ex-presidentes que apoiam cada candidato. 
 

O palanque da sucessora que Lula inventou é assombrado por José Sarney e Fernando Collor.

A campanha da oposição tem Itamar Franco e Fernando Henrique Cardoso.
 Sarney conduziu o país à falência com o Plano Cruzado, levou a inflação às nuvens e saiu do Planalto pela porta dos fundos. Fora o resto.  

Collor conseguiu catapultar os índices inflacionários para o espaço sideral, apadrinhou uma quadrilha federal só igualada em gula e desfaçatez pelo bando do mensalão e foi despejado do Planalto por ter desonrado o cargo. Fora o resto. 

Itamar Franco resgatou a nação da UTI e lançou o Plano Real. Fernando Henrique sepultou a inflação para sempre, modernizou o país com a privatização de mamutes estatais, enquadrou os perdulários malandros com a Lei de Responsabilidade Fiscal e consolidou as diretrizes da política econômica que Lula, por instinto de sobrevivência, cuidou de manter intocadas.  

Com tamanho zelo que nomeou para o comando do Banco Central, em 2003, o deputado federal Henrique Meirelles, eleito pelo PSDB de Goiás. O Brasil, ensinou Ivan Lessa, esquece a cada 15 anos o que aconteceu nos 15 anos anteriores.  

E milhões de jovens nem conheceram o país atormentado pela inflação medonha e agredido pelo primitivismo das estatais devastadas pela inépcia e pela corrupção.  

Alguns programas eleitorais e debates na TV bastarão para recordar aos amnésicos crônicos como foram os governos de Sarney e Collor — e descrever didaticamente para as novas gerações o inferno de que se livraram graças aos governos de Itamar e FHC. 

Collor e Sarney simbolizam o antigo, o coronelismo de terno e gravata, a roubalheira federal anabolizada pelo turbilhão inflacionário. Itamar e Fernando Henrique representam o país que pensa e presta.  

Dilma quer falar do passado? Seja feita a sua vontade. Os eleitores aprenderão que Lula, depois de malbaratar as safras plantadas pelos dois antecessores que apoiam Serra, pretende alojar no Planalto uma fraude que reverencia a dupla que arruinou o Brasil. (AN) best online payday loan lenders


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O dueto macabro pró-censura



A
viagem do bundão Franklin Martins pela Europa, onde aproveita o lazer bancado pela grana da viúva para articular idéias com camaradas da esquerda local, visando calar a imprensa brasileira, tem a mesma função das andanças de José Dirceu pelos países latinos e caribenhos nos últimos anos.

Camuflado num pretenso bico profissional que ele chama de consultoria, Dirceu, em verdade, sempre esteve nessas viagens tramando um grande projeto de tomada do poder a partir de uma rede do mal com os governos da Venezuela, Equador, Bolívia, Cuba e quem mais vier.

É apenas balela as explicações dada à imprensa de que o chefe dos mensaleiros rodava o continente como consultor disso ou daquilo. Nunca houve cliente privado na parada, nunca houve serviço de interesse puramente empresarial. Tudo é apenas feitura de roteiro para um teatro de terror.

O que Dirceu fez e faz nas suas visitas é discutir com o chavismo e seus satélites, assim como com o regime cubano, as estratégias petralhas montadas no famigerado "Foro de São Paulo", o aparelho ideológico que opera a politicagem esquerdofrênica, em cumplicidade com os partidos de orientação stalinista no Brasil e na América.

As articulações fechadas dos líderes petistas são o lado teórico para casar com a missão prática de Luiz Inácio, onde com seus gestos e ações vinham conseguindo destruir as instituições que ainda gozavam de alguma credibilidade no País.

Seguindo com fidelidade a cartilha que ainda chamam de livro, escrita por Lênin e intitulada “O Que Fazer?”, os petralhas buscam dotar a sociedade de um sentimento de descrédito generalizado em tudo e em todos, menos no seu messias embriagado.

A aguardada eleição de Dilma Rousseff no primeiro turno seria a consagração de um  poder quase absoluto, ficaria faltando apenas a implantação das idéias maléficas como as que agora discutem figuras como Martins e Dirceu. Mas a sabedoria do povo não estava apagada.

A ida da luta eleitoral para o segundo turno foi como um freio imposto pela sociedade à sede avassaladora de poder do partido dos aloprados. A anestesia, que havia dopado entidades civis como a igreja, a OAB, a imprensa e parte do Judiciário, passou o efeito na boca da urna. Bem a tempo.

É fato que a popularidade de Luiz Inácio atingiu picos de quase um nazareno em solo católico. Mas ao que parece, a mesma população inebriada por esmolas sociais e cantilenas de fanatismo messiânico incorporou na vigésima quinta hora o alerta bíblico sobre os tempos malignos em que é preciso distinguir o santo do profano.

O povo brasileiro não caiu no conto da transferência, na lábia de punguista de porta de banco utilizada pelo senhor Luiz Inácio e seus bundões militantes que se debatem na busca do clarão do poder como mariposas em volta de luz artificial. E se há cristos, há, deveras, anticristos, como rezam as escrituras católicas.

E ao abrir das urnas do primeiro turno, os eleitores libertos da cegueira ideológica perceberam o óbvio "lulante": Dilma não é Luiz Inácio, assim como o curandeiro dos templos não é Jesus. Desmoronou o castelo de cartas estatísticas e os alicerces feitos de índices ibopeanos ruiu no terremoto das apurações.

A sociedade brasileira pode ser ingênua em sua curta experiência democrática, mas tem noção suficiente do que seja produto eleitoral genérico, falsificado na maledicente usina de descalabro em que se transformou o governo do PT ao final da feira de mangaio assistencialista. A xepa de mentiras caiu na fiscalização popular.

O segundo turno é o purgatório onde as almas errantes revelam-se para o juízio final. Não há mais como esconder-se debaixo do corpo partidário que tudo esconde e  tudo falseia.

Mas não são os pecados de corpo e alma da candidata Dilma o que deslegitimam seu nome; são os pecados do seu espírito não-republicano, o mesmo da dupla Dirceu/Martins, dois aloprados diabos que atentam contra a nossa jovem Democracia.
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No portal da Veja


O milagre da multiplicação dos descontentes
deixou grogue o recordista de pesquisa



Por Augusto Nunes
*


Ainda atônito com o milagre da multiplicação dos descontentes, que transformou os 4% das pesquisas fabricadas em 54% dos votos válidos, o presidente Lula decidiu que, para avançar no segundo turno, o palanque de Dilma Rousseff precisa voltar a 2006.

“Temos que tirar o foco do aborto e discutir a questão das privatizações”, ordenou o Mestre a seus devotos. A idéia só confirmou que um campeão nocauteado não deve tomar a iniciativa quando ainda está grogue.

Antes que alvejasse José Serra com as invencionices forjadas há quatro anos para confundir o eleitorado e derrotar Geraldo Alckmin, foi devolvido à lona pela ofensiva da oposição.

Com o ânimo combatente que faltou no primeiro turno, Serra elogiou Fernando Henrique Cardoso, defendeu enfaticamente a abertura das telecomunicações e registrou que Lula, que teve oito anos para estatizar o que não deveria ter sido privatizado, leiloou dois bancos.

Ao lado de Serra, o senador Aécio Neves deu o tom do segundo turno, como registra com o brilho habitual o colunista Ricardo Setti. Numa frase, resumiu o que Dilma ouvirá nos debates do segundo turno caso obedeça à ordem do chefe:

“Se eles condenam as privatizações, estão dizendo a cada cidadão brasileiro que pegue o celular e jogue na lata de lixo mais próxima”, avisou Aécio.
“Temos que mostrar que existem dois projetos, e que um deles representa o passado”, disse Lula para justificar a retomada da lengalenga de 2006.

As mudanças ocorridas no governo de Fernando Henrique Cardoso, como atestam os números reproduzidos na seção Feira Livre, tornaram o Brasil bem mais moderno.
O que lembra o tempo das cavernas é o país das estatais corrompidas, ineptas e aparelhadas que Lula preside.

Nos últimos oito anos, a privatização foi substituída pelo arrendamento. Os Correios, por exemplo, estão arrendados ao PMDB.
O Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal passaram ao controle do PT.

A Eletrobrás foi anexada à capitania hereditária explorada pela Famiglia  Sarney.
As declarações de Serra e Aécio confirmam que os líderes do PSDB finalmente ajustaram o discurso à partitura composta por milhões de oposicionistas que enfrentam sem hesitações a Era da Mediocridade.

Nos duelos com Dilma, Serra tem o dever de atacar primeiro. Em vez de esperar que a adversária lhe atribua a ideia de privatizar a Petrobras, por exemplo, o candidato tucano deve exigir que ela explique o arrendamento da empresa petroleira a um condomínio liderado pelo PT.


Em seguida, é só perguntar a Dilma se é verdade que pretende estatizar a telefonia. Se a Doutora em Nada disser que não, estará endossando as mudanças implantadas no governo de FHC. Se disser que sim, será condenada ao naufrágio nas urnas.

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O poema de um suicídio



U
m poema inédito do escritor inglês Ted Hughes sobre o suicídio de sua ex-mulher, a poetiza americana Sylvia Plath, foi publicado esta semana pela revista britânica New Statesman, conhecida por seu conteúdo político de esquerda.
 

O texto, datado de 1963, ano da morte de Plath, reflete toda a angústia do poeta ao saber da notícia de que sua amada havia freado a própria vida, aos 31 anos, depois de abrir a torneira do gás da casa, onde vivia com os filhos pequenos. 

Intitulado “Last Letter” (Última Carta), o poema foi descoberto na Biblioteca Britânica, onde está o arquivo do intelectual falecido em 1998. A poesia começa assim “Que aconteceu na noite de domingo? Tua última noite? O que recordo dela.” 

Na sequência, Hughes narra como a notícia lhe chegou por telefone na mesma noite do suicídio: “Uma voz como uma arma escolhida / ou uma invenção medida com cuidado / transportou friamente quatro palavras até o fundo do meu ouvido / sua esposa está morta”. 

Uma versão reprovada pelo próprio poeta diz assim: “A última vez que te vi viva / lançando ao fogo a última carta a mim dirigida... Com aquele enigmático sorriso / como se houvesse dado a entender algo muito distinto”. 

Ted Hughes parece que deu muitas voltas ao poema durante trinta anos antes de decidir não incluí-lo em sua última coletânea, publicada no mesmo ano da sua morte e que acabou lhe dando a título póstumo o Prêmio Whitbread. 

O poeta manteve por 35 anos um silêncio total sobre a morte da mulher sem responder aos que o acusaram pela crise emocional que precipitou a tragédia pessoal de Sylvia Plath, quando ele a deixou por outra mulher, Assia Wevill, que seis anos depois também morreria por suicídio, além de matar a filha menor de Hughes. casino best online payday loan lenders


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Clovis Rossi, na Folha:


Filho sim, pai nem tanto

V
ale para Lula e para o lulismo a avaliação do lulista Jaques Wagner, governador reeleito da Bahia e um dos bons quadros do PT, segundo o qual "não existe carlismo sem ACM". Ou seja, sem Antonio Carlos Magalhães.

É óbvio, caro Jaques. Vale, de resto, para todos os caudilhos, coronéis, líderes populares ou populistas: nenhum deles sobrevive a seu criador. A eleição, de resto, demonstrou rotundamente que o lulismo, mesmo vivo o seu fundador, é bem menor que Lula.

Uma coisa é a popularidade do presidente, na altura de 80%. Outra é a votação de sua criatura, Dilma Rousseff, que seduziu apenas 35% do total de eleitores inscritos.

Essa é a conta que mede, de fato, a adesão a uma candidatura, não a regra eleitoral que contabiliza apenas os votos válidos, com o que Dilma foi a 47%.

Dá a nítida sensação de que o brasileiro se fascinou com "Lula, o filho do Brasil", realmente uma extraordinária história de vida e de sucesso.

Mas essa coisa de "pai" do Brasil, "mãe" do Brasil, cola muitíssimo menos, mesmo que Dilma ganhe no segundo turno, como continua sendo a hipótese mais lógica e mais provável.

Não é à toa que dois dos jornais mais relevantes no mundo -ambos absolutamente deslumbrados com Lula-, como o são "El País" e "Le Monde", tenham coincidido em assinalar que os brasileiros não quiseram dar um cheque em branco para Lula.

Acho até que dariam se fosse o próprio Lula o candidato. Para o lulismo não.

Para a Câmara dos Deputados, então, o que houve foi a velha fragmentação, suspeito que inédita no mundo. O normal é que o partido majoritário fique pouco acima ou pouco abaixo da metade dos assentos.

Aqui, nem somando os dois partidos com mais deputados (PT e PMDB) dá um terço da casa (conseguiram exatos 32,5%). E o PMDB é apenas oportunista, não lulista.
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A dança do Wolverine



O ator australiano Hugh Jackman, o Wolverine das telas, agitou as ruas do centro de Montevidéu nesta quarta-feira ao exibir dotes de bailarino ao som de uma música pop. Milhares de transeuntes pararam para observar e fotografar o astro de Hollywood, que gravava um filme publicitário na "Plaza Independencia", no centro velho da capital uruguaia.

Acompanhado de 200 dançarinas e figurantes, todos vestidos com cores e estilos do verão, o ator repetiu dezenas de vezes os mesmos passos de dança até que a direção da filmagem sentiu-se satisfeita. O filme é para uma marca de chá gelado do Uruguai.

Jackman, que foi eleito ano passado pela revista People o homem mais sensual do mundo, chegou em Montevidéu no domingo e fica por lá até sábado, onde a produção do anúncio será realizada em vários pontos da capital e também na localidade de Piriápolis, distante 90 km.

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Che no coração de Nova York


Uma exposição fotográfica em Nova York promete atrair as atenções de quem ainda se interessa pela vida e morte do mítico guerrilheiro argentino Ernesto Che Guevara, onde se destaca uma imagem do seu cadáver na Bolívia, em 1967. 

Em torno de 30 fotógrafos cederam 180 imagens para uma mostra no Centro Internacional de Fotografia da megalópole americana. Segundo a imprensa local, entre as fotos há algumas que retratam o assassinato de Guevara pelos militares bolivianos.
 

As fotos apresentam em sequência cronológica os atribulados dias em Cuba antes e depois da revolução comunista comanda por ele e Fidel Castro e que mudou a história do pequeno país caribenho e mexeu na relação de forças da Guerra Fria.
 

Os autores das imagens foram convidados a ceder o material para a exposição segundo a relevância do particular interesse de cada na perspectiva de captar momentos específicos do conflito armado cubano e do processo de captura do Che, segundo informou Brian Wallis, curador da mostra.
 

A exposição batizada de “Cuba na Revolução” ficará aberta ao público até 9 de janeiro de 2011. O Centro Internacional de Fotografia de NY é também uma das maiores escolas de fotografia do mundo. Fica na Rua 43, nº 1133.
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O voto tirado a fórceps



Dilma Rousseff caiu num limbo ideológico de onde não sabe sair. Assimilou bem a tese de que sua queda na reta final da campanha deveu-se, em parte, à repercussão negativa do seu polêmico apoio à legalização do aborto, mas não acha o contra-argumento certo.

Dizer apenas que é a favor da vida, coisa que qualquer açougueiro diz de machado em punho, não resolve a grande questão atravessada no meio da sua corrida. Dizer que a proposta será tirada do programa do PT, sugere a velha piada do sofá na sala do corno.

A verdade é que tanto Dilma quanto o seu partido defendem historicamente a prática do aborto como uma decisão pessoal e intransferível das mulheres, a síntese do discurso feminista já arraigado nos estatutos dos partidos e movimentos de esquerda.

A candidata petista não está conseguindo declarar de forma límpida o que os ouvidos religiosos da maioria dos brasileiros querem ouvir. Presa ao prurido ideológico de não decepcionar o feminismo ou as igrejas, repete apenas que é a favor da vida, e que sempre foi.

Tropeçando na retórica e enrolando a língua no tatibitate de um discurso dito programático, Dilma não consegue sair do atoleiro moral em que vai afundando seus índices de popularidade eleitoral. Não satisfaz nem um dos lados interessados no debate.

Não diz com todas as letras que é contra o aborto, impedindo assim o avanço da rejeição católica e evangélica que quase catapultou Marina Silva ao segundo turno, nem tenta racionalizar o debate, como alertar para o lado da mortalidade das gestantes que remete a um caso de saúde pública.

O labirinto de Dilma Rousseff no momento lembra a pegadinha que invariavelmente é armada contra candidatos de orientação marxista, sobre conceitos religiosos. Quando respondem que são agnósticos, não satisfazem os crentes e nem os esquerdistas.

Em 1985, na eleição para prefeito de São Paulo, o então sociólogo Fernando Henrique Cardoso liderou todas as pesquisas na frente do ex-presidente Jânio Quadros e do petista Eduardo Suplicy, até que nas últimas semanas caiu nas pegadinhas da moralidade.

Primeiro aceitou, por convite da imprensa, posar na cadeira do gabinete do prefeito; depois tentou flertar com a juventude e revelou ter experimentado maconha; e por fim complicou com explicações intelectualóides uma pergunta do jornalista Boris Casoy.

A primeira cena foi rasgada no dia seguinte quando Jânio borrifou com inseticida a cadeira de prefeito, dizendo “aqui sentaram nádegas indevidas”. A segunda foi capa de um tablóide espalhado pela cidade, onde FHC era chamado de “maconheiro”.

A terceira cena entrou para os anais da história da metrópole e da própria redemocratização do País. Quando Boris Casoy perguntou se ele acreditava em deus, a resposta foi um simulacro de sinceridade, um subterfúgio sem a mínima segurança.

Você me prometeu que não faria essa pergunta, Boris. Mas quero dizer que, como professor de sociologia, respeito todas as manifestações de fé...” No piriri e no pororó verborrágicos, a votação dele desmoralizou o Ibope e o Datafolha, que erraram feio.

Naquela eleição, meu candidato, que era Suplicy (eu morava e votava em Sampa) abocanhou 20% dos votos da cidade, volume semelhante ao de Marina Silva neste 2010. Hoje não tenho dúvida que o então marido da sexóloga Marta virou opção dos moralistas.

A mesma falta de clareza de FHC há 25 anos parece atrapalhar Dilma Rousseff no momento. Quando estamos diante de um emblema moral, a melhor saída é trabalhar com a verdade, talvez o maior valor da tabela periódica e ao mesmo tempo eterna da Moral.

Assim como Fernando Henrique deveria ter dito que era ateu (nunca agnóstico) ou que acreditava no deus cristão, Dilma precisa optar pela defesa da legalização do aborto, contemplando os movimentos feministas, ou pela condenação, satisfazendo a maioria.

Tentar uma terceira via com argumentos que se mostram contraproducentes nessa hora, como a crítica ao fato da questão religiosa inserida no processo eleitoral ser oportunista, só aumenta o fosso que se abriu entre seus votos e o primeiro turno. Fosso que poderá continuar avançando rumo ao segundo turno, o que aí será um desastre. casino best online payday loan lenders


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Ed Wilson - 1945 - 2010



O
cantor e compositor Ed Wilson, que faleceu na noite do domingo, tinha na cidade de Natal um dos seus recantos preferidos para o lazer e repouso, sempre na companhia e hospitalidade do amigo Hamilton Silveira, a quem tratava como um irmão.

Um dos maiores expoentes da Jovem Guarda, fundador da mítica banda Renato e Seus Blue Caps (era irmão do líder Renato Barros), Ed Wilson deixou na discografia do histórico movimento musical dos anos 60 uma porção de canções, feitas em parceria com outros importantes nomes, que dominaram as paradas de sucesso daquele tempo.

Além de ter sido substituído por Erasmo Carlos na formação da banda do irmão mais velho, quando foi para a carreira solo, virou também personagem do mega sucesso do parceiro de Roberto Carlos naquela que pode ser considerada o hit que representa os românticos anos da Jovem Guarda.

Na música "Festa de Arromba", Erasmo insere Ed num dos trechos da música: "Vejam quem chegou de repente / Roberto Carlos com seu novo carrão / enquanto Tony e Demétrius fumavam no jardim / Sérgio e Zé Ricardo esbarravam em mim... Lá fora um corre corre / dos brotos no lugar / era o Ed Wilson que acabava de chegar / Hey, hey, que onda, que festa de arromba..."

A amizade de Ed Wilson com o empresário natalense Hamilton Silveira gerou além dos momentos vividos na capital potiguar uma bela canção composta pelo artista para a filha do amigo. É uma entre tantas composições ainda inéditas que se espera chegue ao conhecimento dos fãs que ele deixou.

Abaixo, um dos maiores sucessos de Ed Wilson, "Sandra", do álbum "Verdadeiro Amor", de 1967.
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Comentário do leitor


Prezado Alex,

Na reta final da campanha apareceu a nova Dilma. A Dilma que defende a vida. Quando ela percebeu que suas opiniões sobre o Aborto estavam retirando seus votos da comunidade Religiosa, ela imediatamente veio para a televisão mudando seu discurso anterior. Agora ela defende a vida.

Defende a vida da mesma forma quando optou, na ditadura militar pela Luta Armada, por seqüestro e por assalto a banco. Luta Armada que ceifou a vida de pessoas comuns e também a vida de bravos brasileiros, que diferente dela, acreditava na luta pacífica e democrática contra a ditadura, como o saudoso Luis Maranhão Filho, brilhante norteriograndense, assassinado nas celas do Dops em SP.

A Dilma "que nem Jesus Cristo" derrotaria no primeiro turno, vai continuar sua vida de mutante. Ao sabor da opinião dos marqueteiros, dos iluminados do PT, vai mudando, dependendo do resultado das pesquisas de opinião. Vai continuar dizendo que não se encontrou com Lina Vieira, quando todos sabem que se encontrou.

Vai continuar dizendo que não tem nada com Erenice e sua Trupe, quando todos sabem que ela patrocinou Erenice e Cia Ltda na Casa Civil. Vai dizer que não tem nada a ver com a quebra do sigilo fiscal dos adversários, quando toda a imprensa noticiou a participação de pessoas diretamente ligadas a sua campanha na elaboração de dossiês. Esta é a Dilma Mutante.

A Dilma terrorista do passado, hoje a Dilma Humanista, religiosa e pacificadora. A Dilma que ontem defendia o aborto, hoje afaga os Católicos e Evangélicos com o discurso da vida. Em um processo eleitoral e democrático é fundamental não só a análise do que propõem os candidatos em Campanha.

É fundamental conhecer o passado destes candidatos. De suas trajetórias políticas e como se posicionaram ao longo da vida como pessoas públicas. A Dilma programada pelos marqueteiros tem muita semelhança com filmes de Hollywood.

O Máscara, A face Dupla, O Quarteto Fantástico, o Professor Aloprado, são exemplos que invadem a tela do cinema para nos divertir. Mais o que vemos na atual campanha não é um filme de ficção, nem invenção de diretores da sétima arte. O que estamos assistindo na atual campanha é realidade.

E a partir de Janeiro poderemos estar a mercê de um Governo mutante, autoritário, capitaneado por uma cidadã que o que fez ontem fazia apenas parte de um caminho, para conquistar seus objetivos. O que diz hoje representa apenas o que seus marqueteiros acham que a sociedade quer ouvir.

Um ser absolutamente mutante, capaz de tudo para continuara aparelhando o Estado e partidarizando as entidades da sociedade civil organizada. Conclamo apenas a pensarmos um pouco sobre isto. Atenciosamente,
(José Roseira Dantas).
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Do portal da Veja:


Serra tem tudo para derrotar a adversária.
Mas antes precisa vencer a teimosia.

Por Augusto Nunes


Até os bebês de colo, os índios isolados e os napoleões-de-hospício sabem que José Serra chegou ao segundo turno não pela campanha que fez, mas apesar dela. O marqueteiro Luiz Gonzales discorda.

Acha que o chefe vai enfrentar Dilma Rousseff graças aos mutirões da saúde, às escolas com dois professores e ao salário mínimo de R$ 600. E pretende repetir na segunda etapa da eleição presidencial todos os erros da primeira.

Como Serra ainda hesita sobre o caminho a seguir, só na sexta-feira, com a volta do horário eleitoral na TV, o Brasil que presta saberá se vai votar por sentir-se representado ou por exclusão.

Chancelados por 999 a cada mil eleitores oposicionistas, Fernando Henrique Cardoso, Aécio Neves, Geraldo Alckmin, os governadores eleitos pelo PSDB ou pelo DEM, os candidatos eleitos e os derrotados „Ÿ quase por unanimidade, os aliados que contam defendem o duelo sem medos, acanhamentos, cautelas, mesuras e afagos.

Todos acreditam que é possível ser afirmativo sem escorregar na deselegância. Todos sabem que a altivez não tem parentesco com a arrogância.
A candidatura de Dilma Rousseff foi sangrada pelo espanto provocado por escândalos na sala ao lado,  roubalheiras impunes, declarações desastradas, contradições patéticas, discurseiras cínicas e outras incontáveis derrapagens.

Alarmados, milhões de brasileiros resolveram examinar melhor a qualidade do produto oferecido por Lula. As causas do desgaste de Dilma não podem ser creditadas aos responsáveis pela campanha de Serra.

Ganharam uma farta munição de presente e não souberam usá-la. O candidato tucano subiu alguns pontos, mas a principal beneficiária foi Marina Silva.
Se depender de Gonzales, nada mudará. Ainda no domingo, o PSDB de Minas colocou à disposição da campanha presidencial tanto os aliados vitoriosos quanto a equipe que cuidou do horário eleitoral.

O marqueteiro-chefe respondeu no dia seguinte. Por e-mail, avisou que vai estudar a oferta e, assim que puder, comunicar o que será feito. Serra não deu um pio.
Aécio Neves e Itamar Franco já disseram com todas as letras que, se a campanha não abandonar o artificialismo, subordinar-se ao institinto político do candidato, esquecer o teleprompter e procurar afinar-se com a voz das ruas, a derrota terá sido apenas adiada.

Até sexta, outros líderes oposicionistas endossarão a advertência.  Ou Serra ouve a voz da sensatez ou se curva aos conselhos dos marqueteiros.
Ele tem tudo para derrotar Dilma Rousseff. Mas antes precisará vencer a teimosia. casino best online payday loan lenders


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